Planctons na lagoa do Country

Os Planctons invadiram a lagoa do Country Club e contaminaram as pessoas com o melhor do rock and roll. Gratos a todos que assistiram ao show na superfície da praia. Um grande abraço.

The Planctons

Rockabillybeachshow no Country Club

A praça não vai ver rockabilly esta semana

Uma pena meus amigos rockers. Foi cancelada a apresentação na Praça Getúlio Vargas para esta semana. Vamos marcar outra data. E você poderá se informar aqui. Abraço.

Planctons

 

Planctons

Sábado rockabilly

Este é um recado dos Planctons. Sábado, 06, eles vão se apresentar na Praça Getúlio Vargas, centro de Formiga. Vai ser uma apresentação, plugada, para Uniformação. Esperamos a presença dos amantes do rock and roll. Venha com o topete armado.

Little Richard

Richard Wayne Penniman (Macon, 5 de Dezembro de 1932) mais conhecido por Little Richard, é um cantor, compositor e pianista dos Estados Unidos.

Em sua infância, na Geórgia, Little Richard cresceu ouvindo cantores arrebatados de gospel nas igrejas negras e isto influenciou seu modo de cantar. Aprendeu a tocar piano na adolescência e se tornaria um dos desbravadores do rock, misturando boogie-woogie, Rhythm & Blues e música gospel, criando um estilo único: uma música agressiva, vibrante, intensa, tocada acelerada ao piano.

Começou a gravar em 1955, estourando nas paradas com a música “Tutti Frutti” (gravada também por Elvis Presley). Seguiram-se hits como “Lucille”, “Keep A Knockin” (cuja introdução de bateria influenciou o Led Zeppelin na música “Rock & Roll”[1]), “Long Tall Sally”, “Rip it up”, “Jenny Jenny” entre outros. Little Richard teria injetado funk no rock and roll durante este período, através dos saxofones de sua banda The Upsetters, em meados da década de 1950, influenciando bastante desenvolvimento desse gênero musical.[2] Richard tornou-se um astro, mas era atormentado por questões religiosas ligadas à sua homossexualidade, pois cresceu numa cultura cristã e conservadora. Por fim, em 1958, largou a carreira após uma excursão a Austrália para dedicar-se à religião. Tornou-se pastor e gravou canções gospel. Em 1962, entretanto, voltou aos palcos em uma turnê com shows de abertura dos Beatles e do Rolling Stones.

 

O interesse da cultura pop britânica pelos pioneiros do rock americano fez com que realizasse diversas shows em clubes ingleses, ao longo dos anos 60, sempre interpretando seus grandes sucessos. Também na América, buscou revitalizar sua carreira gravando canções de padrão soul, mas sempre foi mais reconhecido pelo seu repertório de seus anos iniciais. Nos anos 70, embora sempre respeitado por seu pioneirismo, dedicou-se mais a eventos nostálgicos celebrando as “origens” do rock’ roll do que a uma carreira artística efetiva, gravando poucas canções inéditas.

 Da Wikipèdia

História do RRoooock!

Neste blog, a partir de hoje, começará a aparecer breves biografias dos grandes do rockabilly. Isso se dará de início com o considerado pai do rock and roll: Chucky Berry.

Não é difícil encontrar uma biografia na internet, tentaremos dar um seguimento histórico, depois de Berry, pois antes existiam os grandes do blues e do jazz, gêneros que apareceram durante a biografia dos rockers.

Fiquem com o 1º texto do inventor Chucky Berry.

Berry foi influenciado por Nat King Cole, Louis Jordan e Muddy Waters, que acabaria o apresentando a Leonard Chess, da gravadora Chess. Enquanto ainda existem controvérsias sobre quem lançou o primeiro disco de rock, as primeiras gravações de Chuck Berry, como “Maybellene”, de 1955, sintetizavam totalmente o formato rock and roll, combinando blues com música country e versos juvenis sobre garotas e carros, com dicção impecável e diferentes solos de guitarra.

A maioria de suas gravações mais famosas foram lançadas pela Chess Records, com o pianista Johnnie Johnson, o baixista Willie Dixon e o baterista Fred Below. Juntamente com o guitarrista Berry, eles se tornaram o sumário de uma banda de rock.

Durante sua carreira ele gravaria tanto baladas românticas (como “Havana Moon”) quanto blues (“Wee Wee Hours”), mas foi no recém-nascido rock que Berry ganhou sua fama. Ele gravou mais de trinta sucessos a aparecerem no Top Ten, e suas canções ganharam versões de centenas de músicos de blues, country e rock and roll. Entre seus clássicos podemos citar “Roll Over Beethoven”, “Sweet Little Sixteen”, “Route 66”, “Memphis, Tennessee”, “Johnny B. Goode” (que possui provavelmente a mais famosa introdução de guitarra da história do rock), “Nadine”, entre outras.

Quando jovem, Berry passou três anos em um reformatório por tentativa de assalto. Mas acusação pior viria em 1959, quando ele convidou uma índia apache de 14 anos que havia conhecido no México para trabalhar em seu clube noturno em St. Louis. A garota acabaria sendo pega pela polícia, assim como Berry, que foi acusado de entrar com uma menor nos limites do estado com propósitos sexuais. Ele foi condenado a cinco anos de prisão e multado em 5,000 dólares. Chuck foi solto em 1963, mas seus dias de glória ficaram para trás. Mesmo assim ele ainda obteve sucessos com “You never can tell” e “No particular no place to go”, lançada em 1964. Em 1966 ele gravou pelo selo Mercury Records uma compilação de todos os seus sucessos, utilizando técnicas mais modernas de gravação. A partir de então, Chuck Berry raramente voltaria a lançar músicas novas, preferindo capitalizar para si o sucesso que suas canções clássicas tinham junto ao público.

Como exemplo de sua influência profunda, podemos lembrar das bandas inglesas dos anos 60. The Beatles, Animals, Rolling Stones, entre outros, regravaram suas músicas. Os Rolling Stones literalmente basearam seu estilo de tocar rock ‘n’ roll no dele. Quando Keith Richards premiou Berry no Hall da Fama, disse: “É difícil pra mim apresentar Chuck Berry, porque eu copiei todos os acordes que ele já tocou!”

Show do Planctons no Retro Cine Bar – São João Del Rey

O público remexeu os quadris ao som do bom e sempre jovem rock and roll.  Agradecemos às pessoas que compareceram e cantaram e dançaram junto com a gente e ao Tarcílio pelo convite e gentileza.